terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pastores fora da Realidade


Os rituais africanos descendem das antigas tribos. O ser humano sempre teve uma noção da divindade. No princípio acreditava-se no deus sol, deus lua. Haviam os rituais, da caça, da colheita, as danças... Aqueles povos viviam isolados, eram felizes na evolução que lhes era pertinente. Décadas depois vem os europeus exploradores que já detinham armas e escravizaram aqueles povos, levando-os para outros países, como o nosso, por exemplo. Com eles, vieram seus rituais. Antes do cristianismo, o paganismo também tinha seus rituais. Lembre os sacrifícios de animais. Com o nascimento de ilustres como Buda, Krishna e Jesus que trouxeram bases de conduta, o mundo evoluiu no pensamento. Em particular, o cristianismo foi adequado a estrutura pagã pelo então Império Romano, formando o que conhecemos por igreja, missas ou cultos, que derivam desta fusão. Ali começa a deturpação da idéia do Cristo que foi moldada aos interesses do império, em um jogo político que trouxesse a harmonia ao povo. Deste episódio que saiu a máxima: se não pode contra eles, junte-se a eles. Séculos mais tarde as escrituras foram tolhidas, evangelhos excluídos e os textos separados em capítulos e versículos para facilitar as missões de "evangelização". Também relevante foram as significativas mudanças de texto justificadas pela tradução dos idiomas, trazendo novas interpretações que deram margem a situações como as indulgências (venda de lugares no céu), grande parte da riqueza da igreja de Roma até hoje, exemplo seguido pela religiões de Edir Macedo, RR Soares, Malafaia, Davi Miranda, Valdemiro Santiago, entre outros que escravizam o pensamento do temor a deus. A essência foi perdida há tempos. Aids, ebóla, gripe suína, vaca louca, etc, foram inseridos por laboratórios farmacêuticos para movimentar zilhões de dinheiros. Na África ainda reside muita pureza, mas que vai ser perdida com a "internet". Nos brancos, principalmente os religiosos (que acham que a bíblia é a verdade absoluta) e líderes de governo (do tipo que criaram a farsa do 11 de setembro), só encontramos a desordem e a submissão. A liberdade que dá prazer é como a foto de Angelina, ou como Ghandi ou Madre Tereza e tantos outros anônimos que sabem que o ato de se doar transcende, algo que o egoísmo dos templos e pastores como este infeliz Marco Feliciano estão longe de perceber. Seguem a linha de países ignorantes islâmicos que tem o líder religioso como governante e se perdem buscando virgens no paraíso. São todos iguais.

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