terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Nova Opção na Praia Vermelha


Ir almoçar por 15h00 é correr alguns riscos, ainda mais se você está numa praia semi deserta, sem muitas opções. Arriscamos o bar novo, que no mínimo deve ter um petisco. Praticamente pé na areia, tem um ambiente agradável, com móveis e decoração convidando para momentos de bem estar. Música agradável em bom tom rolando no telão. Poucos fregueses no salão. Lá na praia, todas as mesas cheias.

O garçom (dono), disse que só tinha uma opção no cardápio. Enquanto isso, bolinhos de aipim foram muito bem apreciados. Já bem mais de meia hora, observei ao fundo uma movimentação de pratos e que se estenderam mais uns instantes quando veio o anúncio que o almoço estava servido. A boa surpresa de trocar de mesa e chegar com ela posta com tudo arrumadinho, até a salada decorada, pronto para sentar e se servir.

Sal e temperos harmônicos, fartos camarões no molho generoso, filés de linguado para repetir várias vezes.

Se você for conhecer a Praia Vermelha, fica a dica para curtir um alto astral a beira mar e uma boa comida, com preço honesto.

Nome: Bell’s Beach

Onde: Praia Vermelha, Penha SC

Data da visita: 20/02/2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Turismo profissional no Brasil

Enviei o seguinte texto para Band News FM na data de hoje e compartilho:

Boechat, gostaria de levantar um tema que é de extrema relevância para o Brasil, no setor do turismo. Sou empresário e tenho uma operadora de turismo devidamente credenciada em todos os órgãos competentes do setor, seguindo todas as normas que constituem um serviço de qualidade e de segurança na elaboração de pacotes e excursões. Porém, o que muito se vê são pessoas elaborando viagens e as comercializando sem nenhum registro, tampouco com empresa constituída. Anunciam livremente na internet, sem profissionais do ramo conduzindo, sem seguro e sem contrato. Seus preços são abaixo do valor de mercado por não precisar recolher tributos, muitos deles trabalham em casa, ou seja, não tem aluguel, funcionários e todos seus encargos, etc.

Um país que vai sediar um copa do mundo e as olimpíadas tem que coibir práticas e comércios desta natureza. Trabalhamos no Rock in Rio e nos deparamos, por exemplo, com motoqueiros e kombis bem antigas oferecendo traslados ao aeroporto e hotéis. Um absurdo! Imagine isso na copa!

Excursões para shows, o cidadão comum freta um ônibus, anuncia nas redes sociais, bem baratinho, vai de graça e ainda compra caixas de cerveja e outras bebidas e vai fazendo a festa. Capaz ainda de fazer um dinheirinho e pegar gosto pela coisa. Quem fiscaliza? Ninguém! O mesmo acontece com romeiros, excursões escolares e viagens para partidas de futebol.

Existe o guia de turismo para conduzir excursões, profissão regulamentada tendo o profissional habilitado para qualquer situação de risco ou simples orientação. Existe o turismólogo que fez uma faculdade de 5 anos com conhecimentos suficientes para gerir uma agência de viagens. Hoje, qualquer um abre uma agência (quando abre), com um índice de mortalidade empresarial enorme, por achar que ter uma agência é tão belo como viajar.

Nosso Ministério do Turismo pouco ou nada se preocupa com este setor. Não há leis claras ou mesmo fiscais. Não observo campanhas ou incentivos por parte do governo em promover cursos de idioma para recepcionistas de hotéis, garçons ou guia de turismo. Aqui em Curitiba até há cursos gratuitos de idiomas promovidos pelo governo do Estado, mas são pouquíssimas vagas e muito concorridas. Observe que o atual ministro, o exmo sr Gastão Dias Vieira, exercia a função de presidente da Comissão Especial do Plano Nacional de Educação (PNE), antes de assumir a pasta. Seu currículo nada tem a ver com o turismo, mas ele poderia usar de sua vasta experiência na Educação para promover cursos e capacitar melhor quem vai receber os estrangeiros. Um país tão belo e tão acolhedor como o nosso vai ter que se virar muito na mímica e no "enroleixon" para se fazer entender.

Gostaria de registrar minha indignação pela falta de uma política de regulamentação, legislação e fiscalização no setor do turismo, bem como minha preocupação com eventos tão magnânimos que vão nos deixar à mercê de chacotas no exterior por conta deste amadorismo despreparado e, em muitos casos, ilegal.

Para finalizar, gostaria de deixar uma dica para quem quer saber se uma empresa de turismo é devidamente cadastrada. Basta entrar no site www.cadastur.turismo.gov.br clicar em Prestadores, selecionar o tipo de serviço (por exemplo agência de turismo), e digitar o nome fantasia ou CNPJ. Se a resposta for "Sem resultado para a pesquisa", não compre. E, mesmo tendo o registro, ainda vale pesquisar em sites de reclamação de serviços se há algum histórico favorável ou não

Pastores fora da Realidade


Os rituais africanos descendem das antigas tribos. O ser humano sempre teve uma noção da divindade. No princípio acreditava-se no deus sol, deus lua. Haviam os rituais, da caça, da colheita, as danças... Aqueles povos viviam isolados, eram felizes na evolução que lhes era pertinente. Décadas depois vem os europeus exploradores que já detinham armas e escravizaram aqueles povos, levando-os para outros países, como o nosso, por exemplo. Com eles, vieram seus rituais. Antes do cristianismo, o paganismo também tinha seus rituais. Lembre os sacrifícios de animais. Com o nascimento de ilustres como Buda, Krishna e Jesus que trouxeram bases de conduta, o mundo evoluiu no pensamento. Em particular, o cristianismo foi adequado a estrutura pagã pelo então Império Romano, formando o que conhecemos por igreja, missas ou cultos, que derivam desta fusão. Ali começa a deturpação da idéia do Cristo que foi moldada aos interesses do império, em um jogo político que trouxesse a harmonia ao povo. Deste episódio que saiu a máxima: se não pode contra eles, junte-se a eles. Séculos mais tarde as escrituras foram tolhidas, evangelhos excluídos e os textos separados em capítulos e versículos para facilitar as missões de "evangelização". Também relevante foram as significativas mudanças de texto justificadas pela tradução dos idiomas, trazendo novas interpretações que deram margem a situações como as indulgências (venda de lugares no céu), grande parte da riqueza da igreja de Roma até hoje, exemplo seguido pela religiões de Edir Macedo, RR Soares, Malafaia, Davi Miranda, Valdemiro Santiago, entre outros que escravizam o pensamento do temor a deus. A essência foi perdida há tempos. Aids, ebóla, gripe suína, vaca louca, etc, foram inseridos por laboratórios farmacêuticos para movimentar zilhões de dinheiros. Na África ainda reside muita pureza, mas que vai ser perdida com a "internet". Nos brancos, principalmente os religiosos (que acham que a bíblia é a verdade absoluta) e líderes de governo (do tipo que criaram a farsa do 11 de setembro), só encontramos a desordem e a submissão. A liberdade que dá prazer é como a foto de Angelina, ou como Ghandi ou Madre Tereza e tantos outros anônimos que sabem que o ato de se doar transcende, algo que o egoísmo dos templos e pastores como este infeliz Marco Feliciano estão longe de perceber. Seguem a linha de países ignorantes islâmicos que tem o líder religioso como governante e se perdem buscando virgens no paraíso. São todos iguais.