sábado, 20 de setembro de 2008

Irresponsabilidade no Trânsito

Deveria iniciar meu novo blog sobre algo mais positivo, mas com o episódio desta semana, forço-me a comentar sobre as influências astrais negativas que se instalam nos indivíduos mais desatentos. Na última quinta, eu me envolvi num acidente de trânsito banal. O causador simplesmente avançou a preferencial sem sequer diminuir a velocidade. Um ato tão inconsequente como estúpido. Minha indignação está no mesmo rol daqueles vitimados no 11 de setembro. A negatividade a que me refiro tem várias vertentes: o mercado está nervoso a beira de colapsos, a natureza urra há decadas pela devastação, o clima atormentado pela poluição. Mas, além dessas massas macro, o indivíduo se deixa influenciar por entidades baixas, ritualizadas em encruzilhadas que magicamente os induzem a cometer erros grosseiros de conquências desastrosas. O responsável fisicamente pela colisão alega nada ter visto. Seria isto o lapso de razão, a negritude na visão, uma dormete distração ou resultado da lei de atração. Minha esposa e eu estávamos bem, felizes, programando os detalhes da viagem do dia seguinte. Subitamente um estranho invade a pista e causa um enorme transtorno. O que restou de nosso veículo pára exatamente sobre o local de despacho, quebrando a tigela e espalhando velas escuras. Aquele motorista estava visivelmente perturbado e infeliz. Os fatos fazem sentido. Saímos ilesos, leves arranhões e um pouco de dores no corpo que estão limitando algumas atividades. O bebê nada sofreu. Já o agente causador, ah esse vai sentir a dor do arrependimento, o erro assumido, a dificulade de novas contas a pagar, sem seguro... Cada tem tem o que merece. Agora vou refletir o que este acidente está me trazendo à evolução.